Vaguem-se no céu as estrelas
Entre galáxias de luzes e sortes
Que o sonho guia
Acorda e caminha
Sobe os carreiros das mortes
Em suas veredas, carregam molduras
De passos obreiros, a meio
inteiros;
Sempre adormecem, sonhando sobre
os ponteiros
Escapando às Vozes “agruras”
mesmo maduras…
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